PROGRAMAÇÃO ESTEREOSUL DE SEGUNDA A SÁBADO 8 HORAS SUCESSOS DA MANHÃ NOTÍCIAS DE HORA EM HORA 12 HORAS SUPER TARDE 12:15 HORAS E 17 HORAS A MENSAGEM DO DIA 18 HORAS NOITE DE SUCESSOS PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO CRISTINA 22 HORAS MÚSICA AMBIENTE DOMINGO 8 HORAS PROGRAMAÇÃO ALTERNADA
13 HORAS TOCA TOCA DO ZEU 15 HORAS SUPER TARDE 18 HORAS MÚSICA AMBIENTE
HISTÓRIA DA ESTEREOSUL A Estereosul surgiu em 1979 com o nome Promoson Studio Ltda, a finalidade era sonorizar a estação rodoviária de Itajubá. Seus dirigentes na época eram: José Maria Rennó, Cotrin Salomon e José Raimundo Rennó. Em 1980 passou a se chamar Estereosul, ficando somente o José Maria na direção. Naquele ano a Estereosul passou a sonorizar além da estação rodoviária, a praça principal de Itajubá, sub agencias da estação rodoviária, consultórios, restaurantes e o Itajubá Tênis Clube. A Programação era destinada aos jovens. Naquela época a Estereosul já operava com um sistema automático que dispensava o operador, os comercias eram inseridos por um tape e as músicas por outro, controlado por um sistema automático desenvolvido pelo José Maria. Haviam alguns programas que atendiam aos ouvintes pelo telefone, que era um verdadeiro sucesso além de informações e utilidade pública. Em 1998, José Maria deixa a direção da Estereosul para trabalhar somente em manutenção de estações de rádio, encerrando as atividades da Estereosul. Em outubro de 2007, José Maria monta um estúdio com a finalidade de produzir comerciais. Em outubro de 2009 passa a produzir a programação da Rádio Universitária da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) usando este estúdio para gerar a programação. Em dois de agosto de 2010 a Estereosul retorna em caráter experimental usando o streaming da Rádio Uai.
A Estereosul está de volta, seu propósito é transmitir pela internet, músicas dos anos 50 a 90, informações, curiosidades e utilidade pública. MÚSICA EM SUA VIDA

CÉLIA RENNÓ quinta-feira, 4 de novembro de 2010Praças da liberdade e da cultura Hoje, descobri que uma antiga rádio de Itajubá está de volta, só que agora apenas na Internet. É a Estéreo Sul, que tocava nos alto-falantes da Praça Theodomiro Santiago, no centrinho de Itajubá. Eu era adolescente, ia todas as tardes, fim de tarde, pra praça, para encontrar a meninada da mesma idade. A Estéreo Sul mandava recados pra gente, às vezes. Uma vez recebi não um recado, mas uma poesia que era uma verdadeira declaração de amor. Lembro-me que começava mais ou menos assim: "eternos meninos brincando de roda em meu coração....". Topar de novo com a Estéreo Sul, que hoje é http://www.estereosul.com.br/, me fez pensar nas praças da minha cidade. Tenho um sonho hoje, de morar em frente a uma delas, abrir a janela e ver as árvores, bancos com gente, alegria, movimento.... Toda praça deveria ter muita luz, pra que as noites fossem cheias de gente passeando, tomando sorvete, namorando. Tinha que ter brinquedos pras crianças, música no coreto... Todas as praças. Todo fim de semana, uma atração para levar gente de todas as idades, de todos os lugares da cidade e em todas as praças ao mesmo tempo. Você poderia escolher em qual ir, dependendo da programação de cada uma: teatro na rua, cinema à noite, música o dia todo, praça de lazer, dia de distribuir livros ou deixá-los sobre os bancos... Ah, as praças são uma delícia, só precisam ser mais bem aproveitadas. Minha ligação com o rádio começou com a Universitária, da Unifei. Isso já faz tempo, muito tempo. Época em que eu, adolescendo, dormia com o radinho ligado, ouvindo Maria Betânia, Gal Costa, Chico Buarque, Milton Nascimento, Tom, Elis, João Bosco, Ivan Lins, Caetano. Era o tempo eu que eu tinha estrela nos olhos e sonhava com um herói. Bem, minhas preferências musicais mudaram muito pouco desde aquela época. Tirei da minha lista de preferidos Gal e Caetano, por exemplo. Mas isso não importa. Legal é que a Universitária tinha o som que eu queria ouvir. Alguns monitores eram bem próximos e eu pedia sempre uma seleção de músicas daquelas que eu gostava. O nicaraguense Mário Maurício era um deles. Meu irmão PC também era monitor, fazia locução e tudo. Depois fiquei anos sem ouvir rádio. Perdi totalmente o costume. Foi uma lacuna e não saberia dizer que rumo as rádios da cidade tomaram. Uma exceção era a Estéreo Sul porque, como tocava na praça e de lá e não saía, eu acompanhava a programação. Depois de jornalista, minha primeira parada foi numa estação de rádio: era estagiária em 1989 na Jovem FM, em Itajubá. Depois, já diplomada, atuei da Cultura AM, em Campinas, Tropical AM, em Ribeirão Preto, voltei para Jovem em Itajubá, passei pela Itajubá AM e hoje to offline. Mas tenho ouvido bastante rádio de novo. Já cedo, no carro, acompanho um pedacinho de tudo, ouço até a Voz da Rússia. De quando em vez, a Hora do Brasil. Bem, mas fiz essa introdução toda - que no jornalismo chamamos de nariz de cera - só pra dizer uma coisinha. Uma só. Acho que falta sobriedade aos apresentadores de programas de notícia. Não sei se uso o termo certo, mas o que quero dizer é que acho as falas muito afetadas. É preciso menos 'gordura', menos risada, menos ironia, menos intromissão, menos palpite, menos chutes, menos paixão, menos amor e menos ódio.menos, menos... Menos é mais!


ESTÚDIO DA ANTIGA RÁDIO MUNDIAL DO RIO DE JANEIRO ANOS 80

ALBERTO BRIZOLA NO MICROFONE E NELSON TATU NA TÉCNICA
Escrito por ESTEREOSUL às 09h01
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